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	<title>Corpomente &#187; TAS</title>
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	<description>Psiquiatria</description>
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		<title>Transtorno de Ansiedade Social</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2015 12:07:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Seixas]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Psiquiatria]]></category>
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		<description><![CDATA[Ansiedade e medo são estados emocionais de grande valor adaptativo apesar de não serem experienciados como prazerosos. Entretanto, quando o nível de ansiedade ultrapassa determinado limiar, ela passa a determinar prejuízo no funcionamento social, sendo considerada um transtorno. Dessa forma, quando a ansiedade é intensa, persistente e desproprocional às possíveis causas aparentes, interferindo de maneira...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ansiedade e medo são estados emocionais de grande valor adaptativo apesar de não serem experienciados como prazerosos. Entretanto, quando o nível de ansiedade ultrapassa determinado limiar, ela passa a determinar prejuízo no funcionamento social, sendo considerada um transtorno.<span id="more-154"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, quando a ansiedade é intensa, persistente e desproprocional às possíveis causas aparentes, interferindo de maneira significativa no funcionamento do indivíduo, deve ser considerada patologia e alvo de intervenção terapêutica.</p>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de ansiedade social (TAS) é o subtipo de transtorno ansioso mais comum e o terceiro transtorno psiquiátrico mais frequente, acomete homens e mulheres em igual proporção, seu início costuma ocorrer antes ds 18 anos, com idade média entre 10 e 13 anos. Apresenta curso crônico e sem remissões, além de ser associado a comprometimento psicossocial e prejuízo funcional.</p>
<p style="text-align: justify;">Os indivíduos com TAS apresentam medo acentuado e persistente de situações sociais nas quais possam ser expostos a possíveis avaliações por parte de outras pessoas. Essas situações incluem comer, falar e escrever em frente aos outros, conversar com estranhos ou autoridades.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sujeitos com TAS procuram se esquivar de tais situações e apresentam medo persistente de embaraço ou de avaliação negativa durante interações sociais. Esses sintomas de ansiedade, geralmente, são acompanhados de sintomas autonômicos, como, por exemplo, rubor, tremor, taquicardia, sudorese e tensão musucular.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pacientes costumam apresentar outras comorbidades associadas ao transtorno tais como: depressão, abuso de substâncias (álcool e drogas) e outros transtornos de ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como em outros transtornos psiquiátricos, o TAS é o resultado de uma interação complexa entre variáveis biológicas e ambientais. Sabe-se que o fator ambiental tem um papel primordial no desenvolvimento do TAS e, dentre as variáveis biológicas, a genética parece exercer papel importante no seu desenvolvimento. Pesquisas apontam maior frequência de TAS em parentes de primeiro grau de sujeitos com TAS do que em controles saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da alta prevalência de TAS, apenas metade dos pacientes, ao longo da vida, irão procurar tratamento, isso porque o referido transtorno é subdiagnosticado e sub-reconhecido, tanto pelo paciente quanto por profissionais de saúde. Seu tratamento adequado envolve reconhecimento e diferenciação de quadros de timidez.</p>
<p style="text-align: justify;">As terapêuticas que apresentam maior evidência científica de eficácia são psicoterapia e farmacoterapia. Os inibidores seletivos de recaptação da serotonina (ISRS) e os inibidores duais são as principais classes de medicamentos utilizadas. A TCC (terapia cognitivo comportamental) é a abordagem de psicoterapia mais estudada e que apresenta alto grau de eficácia para o tratamento do TAS.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante considerar a manutenção do tratamento por um período mínimo de 24 semanas após remissão dos sintomas do TAS, a fim de evitar possíveis recaídas. Posteriormente, deve-se reavaliar o quadro clínico, com o objetivo de manter ou não o tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Consulte um profissional capacitado. Viver bem é cuidar da mente, do corpo e da alma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dra Fernanda Seixas</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Psiquiatra da Clínica CorpoMente</p>
<p style="text-align: justify;">(61) 33632934</p>
<p>&nbsp;</p>
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