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	<title>Corpomente &#187; diagnóstico</title>
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	<description>Psiquiatria</description>
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		<title>A Polêmica dos Diagnósticos Psiquiátricos</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2015 19:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Seixas]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
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		<description><![CDATA[O manual diagnóstico de transtornos mentais é extenso e, muitas vezes, assustador. É difícil escapar ileso de todas das muitas descrições patológicas que ali estão. As críticas são incisivas e impiedosas: há patologização em excesso, intervenções desnecessárias e medicação em demasia. Mas por que ele continua sendo um importante guia para os profissionais que lidam...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center">O manual diagnóstico de transtornos mentais é extenso e, muitas vezes, assustador. É difícil escapar ileso de todas das muitas descrições patológicas que ali estão. As críticas são incisivas e impiedosas: há patologização em excesso, intervenções desnecessárias e medicação em demasia. Mas por que ele continua sendo um importante guia para os profissionais que lidam com saúde mental?</p>
<p><span id="more-180"></span>A principal função da reunião de sintomas diversos em formulações diagnósticas é a tentativa de padronização de conduta e, com isso, proteção e eficácia maiores para os pacientes. É como se os profissionais estivessem usando uma mesma língua para, dessa maneira, poderem trocar informações, aprimorar terapêuticas, realizar estudos científicos impactantes e buscar um melhor desfecho para cada caso estudado.</p>
<p>Entretanto, é necessário discernimento e sabedoria para não cair no extremo de diagnosticar demais ou relativizar questões importantes. A verdade é que cada paciente antes de ser um amontoado de sinais e sintomas é um ser humano ímpar, com uma história única, corpo e mente incomparáveis, sensações e pensamentos singulares.</p>
<p><img class=" wp-image-187 alignleft" src="http://corpomente.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Imagem-post-23_06_2015-300x225.jpg" alt="Imagem-post-23_06_2015" width="370" height="280" /></p>
<p>Assim, podemos até agrupar pessoas completamente diferentes em diagnósticos semelhantes, mas jamais iremos unificar nossas propedêuticas e avaliações. Falar que um paciente está deprimido pode significar uma infinidade de circunstâncias e apresentações clínicas. Desde ansioso, triste, insone, desinteressado, acelerado, choroso, apático, entre outros. O diagnóstico é importante para o profissional pois funciona como um guia, norteador de suas futuras decisões e orientações.</p>
<p>Para o paciente,no entanto, dar um nome ao conjunto de sinais e sintomas que o aflinge não é o mais importante. Qualquer pessoa é muito mais que um diagnóstico ou um código expresso em letra e número. A grande questão é justamente compreender e acolher esta sinalização do CorpoMente com honestidade e compaixão.</p>
<p>A ciência auxilia, os manuais orientam, mas os desfechos clínicos são únicos e individuais. Lembre-se, somos potencialmente imprevisíveis, muito mais extensos que qualquer definição ousar limitar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dra Fernanda Seixas</strong></p>
<p>Psiquiatra da CorpoMente</p>
<p>(61) 33632934</p>
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