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	<title>Corpomente &#187; Crônicas</title>
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	<description>Psiquiatria</description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 Oct 2015 12:13:55 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Guia de bolso</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2015 14:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Damasceno]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[É preciso buscar a felicidade Nos pequenos detalhes Pois se a fonte secar O céu desabar  E as certezas diluírem Mesmo assim Haverá força para recomeçar É preciso parar Respirar e refletir Os ventos podem não soprar a favor Durante toda a travessia Mas as turbulências Não são em vão Podem guiar o barco A...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É preciso buscar a felicidade</p>
<p>Nos pequenos detalhes</p>
<p>Pois se a fonte secar</p>
<p>O céu desabar <span id="more-411"></span></p>
<p>E as certezas diluírem</p>
<p>Mesmo assim</p>
<p>Haverá força para recomeçar</p>
<p>É preciso parar</p>
<p>Respirar e refletir</p>
<p>Os ventos podem não soprar a favor</p>
<p>Durante toda a travessia</p>
<p>Mas as turbulências</p>
<p>Não são em vão</p>
<p>Podem guiar o barco</p>
<p>A um destino inusitado</p>
<p>Que nem nos mais longos devaneios</p>
<p>Ousamos almejar</p>
<p>É preciso cautela e serenidade</p>
<p>Afinal de contas, nosso enredo</p>
<p>Não nasce determinado</p>
<p>As curvas também são belas</p>
<p>E as pedras no caminho</p>
<p>Significam a trajetória</p>
<p>Mas acima de tudo</p>
<p>É preciso saber amar</p>
<p>Pois quando todas as respostas faltarem</p>
<p>Só o amor</p>
<p>Será capaz de acalentar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dra Fernanda Seixas</strong></p>
<p>Psiquiatra da CorpoMente</p>
<p>(61) 33632934</p>
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		<title>Prelúdio</title>
		<link>http://corpomente.com.br/preludio/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2015 21:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Damasceno]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu moro Nas entrelinhas No olhar esperançoso e vago Daqueles que escolhi cuidar No meu próprio hesitar Quando ouso a questionar Nas miudezas da vida Que insistem em me moldar Eu moro No grito da mãe Que chora a vida do seu filho Após o meu anunciar É nessa inconformidade Que vou me ancorar Em...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Eu moro<br />
Nas entrelinhas</p>
<p>No olhar esperançoso e vago<br />
Daqueles que escolhi cuidar<br />
<span id="more-391"></span><br />
No meu próprio hesitar<br />
Quando ouso a questionar</p>
<p>Nas miudezas da vida<br />
Que insistem em me moldar</p>
<p>Eu moro<br />
No grito da mãe<br />
Que chora a vida do seu filho<br />
Após o meu anunciar</p>
<p>É nessa inconformidade<br />
Que vou me ancorar<br />
Em meio a gritos e suspiros<br />
Sem saber por onde andar</p>
<p>Desconstruir para significar<br />
Talvez uma pausa<br />
Seja útil para realinhar</p>
<p>Eu moro<br />
Nos escombros do meu próprio ser<br />
Na falta de sentido<br />
E na falta de explicações</p>
<p>Reflexão de uma Psiquiatra que, inevitavelmente, se depara com perdas e inconsolos dentro de uma emergência manicomial.</p>
<p><strong>Dra Fernanda Seixas</strong></p>
<p>Médica Psiquiatra da CorpoMente</p>
<p>(61) 33632934\</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Empatia</title>
		<link>http://corpomente.com.br/empatia/</link>
		<comments>http://corpomente.com.br/empatia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2015 19:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Damasceno]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto a tua dor for não for minha As mãos seguirão atadas E as palavras engasgadas Por isso, peço licença Para tomar como meu Seus pezares Para chorar da tua lágrima E sentir o peso do seu inconsolo. Enquanto o seu mundo for distante e impenetrável Meus esforços serão em vão Então não se assuste...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto a tua dor for não for minha</p>
<p>As mãos seguirão atadas</p>
<p>E as palavras engasgadas</p>
<p>Por isso, peço licença</p>
<p>Para tomar como meu<span id="more-357"></span></p>
<p>Seus pezares</p>
<p>Para chorar da tua lágrima</p>
<p>E sentir o peso do seu inconsolo.</p>
<p>Enquanto o seu mundo for distante e impenetrável</p>
<p>Meus esforços serão em vão</p>
<p>Então não se assuste</p>
<p>Se eu entrar sem bater na porta ou pedir licença</p>
<p>É só assim, fora da minha órbita</p>
<p>Que poderei ser melhor para você</p>
<p>E para mim também.</p>
<p>Por fazer dos seus problemas, meus</p>
<p>Da sua tristeza, minha</p>
<p>Da sua desesperança, meu despertar</p>
<p>Por legitimar sua história cheia de vivências</p>
<p>Preencho meu próprio caminho</p>
<p>E ganho o direito de sorrir</p>
<p>Quando sua tempestade, enfim, acabar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dra Fernanda Seixas</strong></p>
<p>Médica Psiquiatra da CorpoMente</p>
<p>(61) 33632934</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ruptura</title>
		<link>http://corpomente.com.br/ruptura/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 14:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Damasceno]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[alucinação]]></category>
		<category><![CDATA[delírio]]></category>
		<category><![CDATA[esquizofrenia]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[Ruptura mental]]></category>
		<category><![CDATA[Surto]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia em que o meu mundo Resolveu se distanciar Senti meu corpo ferver E a mente borbulhar Foram tantos pensamentos Tantas imagens e sensações Que não pude decifrar A dor dessa angústia Vem daqui ou de lá? Tudo ao redor ganhou um novo sentido E, ao mesmo tempo, era difícil explicar Por vezes pensei...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>No dia em que o meu mundo</div>
<div>Resolveu se distanciar</div>
<div>Senti meu corpo ferver</div>
<div>E a mente borbulhar</div>
<div><span id="more-238"></span></div>
<div>Foram tantos pensamentos</div>
<div>Tantas imagens e sensações<img class=" wp-image-239 alignright" src="http://corpomente.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Ruptura.jpg" alt="Ruptura" width="230" height="304" /></div>
<div>Que não pude decifrar</div>
<div>A dor dessa angústia</div>
<div>Vem daqui ou de lá?</div>
<div>Tudo ao redor ganhou um novo sentido</div>
<div>E, ao mesmo tempo, era difícil explicar</div>
<div>Por vezes pensei que fora escolhido</div>
<div>Havia muitos enigmas a decifrar</div>
<div>As ideias vinham com facilidade</div>
<div>E também não demoravam a se dissipar</div>
<div>Nesse dia, o seu olhar foi diferente</div>
<div>Nunca mais chegou a me contemplar</div>
<div>Desde então vago sozinho</div>
<div>Em um incessante caminhar</div>
<div>Quiçá, uma nova canção</div>
<div>Haverá de me embalar.</div>
<div></div>
<div>
<hr />
</div>
<div>
<p><strong>Dra Fernanda Seixas</strong></p>
<p>Psiquiatra da CorpoMente</p>
<p>(61) 33632934</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Pois viver sentindo, basta.</title>
		<link>http://corpomente.com.br/pois-viver-sentindo-basta/</link>
		<comments>http://corpomente.com.br/pois-viver-sentindo-basta/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2015 17:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Seixas]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinta para ser O gosto da lágrima Perfume na roupa A música preferida Sinta para entender O vazio no peito A saudade que arde A porta que fecha Sinta para saber O valor de um sorriso A beleza dos dias iguais A necessária tristeza Sinta para crescer Os sacrifícios do caminho O medo e as...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sinta para ser</p>
<p>O gosto da lágrima</p>
<p>Perfume na roupa</p>
<p>A música preferida<span id="more-173"></span></p>
<p>Sinta para entender</p>
<p>O vazio no peito</p>
<p>A saudade que arde</p>
<p>A porta que fecha</p>
<p>Sinta para saber</p>
<p>O valor de um sorriso</p>
<p>A beleza dos dias iguais</p>
<p>A necessária tristeza</p>
<p>Sinta para crescer</p>
<p>Os sacrifícios do caminho</p>
<p>O medo e as sombras</p>
<p>Suas vitórias pessoais</p>
<p>Sinta para amar</p>
<p>O almoço preguiçoso</p>
<p>Abraço apertado</p>
<p>Banho de chuva</p>
<p>Sinta para caber, mexer, ir e ficar!</p>
<p>Sinta e viva!</p>
<p>Pois viver sentindo, basta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dra Fernanda Seixas</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Psiquiatra da Clínica CorpoMente</p>
<p style="text-align: justify;">(61) 33632934</p>
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		<title>Além do que se vê</title>
		<link>http://corpomente.com.br/alem-do-que-se-ve/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2015 14:13:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Seixas]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Há tanta beleza Por trás daquele sorriso singelo Que olhos teimam em não enxergar Os padrões ofuscam Rígidos, insensíveis, imutáveis A doçura de um olhar E aquele fantástico mundo Pronto para se entregar Recolhe-se em silêncio e lágrimas No seu próprio pesar Mas um dia ela há de despertar Entender que o exterior é refelxo...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há tanta beleza</p>
<p>Por trás daquele sorriso singelo</p>
<p>Que olhos teimam em não enxergar<span id="more-164"></span></p>
<p>Os padrões ofuscam</p>
<p>Rígidos, insensíveis, imutáveis</p>
<p>A doçura de um olhar</p>
<p>E aquele fantástico mundo</p>
<p>Pronto para se entregar</p>
<p>Recolhe-se em silêncio e lágrimas</p>
<p>No seu próprio pesar</p>
<p>Mas um dia ela há de despertar</p>
<p>Entender que o exterior é refelxo do interior</p>
<p>Deixar fluir toda essa riqueza</p>
<p>E iluminar</p>
<p>Aqueles que estiverem prontos</p>
<p>Irão se maravilhar</p>
<p>Ela seguirá plena</p>
<p>A semear a verdadeira beleza</p>
<p>No trilho do seu caminho</p>
<p>Flores e surpresas</p>
<p>Liberdade e amor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dra Fernanda Seixas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Psiquiatra da Clínica CorpoMente</p>
<p style="text-align: justify;">(61) 33632934, contato@corpomente.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre Crenças Infundadas</title>
		<link>http://corpomente.com.br/sobre-crencas-infundadas/</link>
		<comments>http://corpomente.com.br/sobre-crencas-infundadas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2015 14:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Seixas]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Trabalhar em um hospital psiquiátrico clássico, movimentado e intenso é, sobretudo, desafiador. Situações emergenciais já são, por sua essência, intensas e demandadoras. No tocante à Psiquiatria, vivemos os mais complicados dilemas , testemunhando os extremos dos diversos transtornos mentais, recebendo desde os pacientes  agitados e inquietos aos negativistas e catatônicos. Enfim, aprendemos diariamente a lidar...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Trabalhar em um hospital psiquiátrico clássico, movimentado e intenso é, sobretudo, desafiador. Situações emergenciais já são, por sua essência, intensas e demandadoras. No tocante à Psiquiatria, vivemos os mais complicados dilemas , testemunhando os extremos dos diversos transtornos mentais, recebendo desde os pacientes  agitados e inquietos aos negativistas e catatônicos.<span id="more-152"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, aprendemos diariamente a lidar com vivências extenuantes e temos a díficil missão de acolher toda e qualquer forma de manifestação psíquica humana. Um legado que percebemos logo cedo é que, de forma geral, a maioria das crenças relacionadas a pacientes psiquiátricos graves é infundada.</p>
<p style="text-align: justify;">Um olhar sincero para estes casos revela uma essência básica e quase universal: são seres humanos que sofrem, anseiam por compreensão, dignidade e felicidade, incomodam-se com questões que não conseguem controlar ou evitar, tentam corresponder às expectativas e entristecem-se por serem deliberadamente desprezados e ignorados.</p>
<p style="text-align: justify;">De maneira geral, não são violentos ou ameaçadores, tampouco hostis ou desmiolados, têm muita coisa para dizer e humildade para ouvir, são pessoas reais, com vontades e desejos, defeitos e qualidades e tudo mais de complexo que nos define humanos e sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, por mais que a mídia insista, os jornais defendam, especialistas confirmem, não caia no erro de rotular ninguém. Ao contrário, experimente questionar estas ideias pré-concebidas e moldadas, um mundo diferente e melhor poderá surgir em consequência. E talvez isto seja bastante animador.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dra Fernanda Seixas</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Psiquiatra da Clínica CorpoMente</p>
<p style="text-align: justify;">(61) 33632934</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os Desafios de um Psiquiatra</title>
		<link>http://corpomente.com.br/os-desafios-de-um-psiquiatra/</link>
		<comments>http://corpomente.com.br/os-desafios-de-um-psiquiatra/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2015 12:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Seixas]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>

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		<description><![CDATA[Ser psiquiatra é entender (um pouco!) da mente e do corpo É ter o privilégio de ouvir histórias incríveis e desafiadoras É sofrer diante do inconsolável Abraçar o incompreensível Ser vitorioso com as conquistas alheias Ter um espaço pequeno (mas único) na biografia de muitos E, assim, apropriar-se de seus júbilos e também de suas...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ser psiquiatra é entender (um pouco!) da mente e do corpo</p>
<p>É ter o privilégio de ouvir histórias incríveis e desafiadoras</p>
<p>É sofrer diante do inconsolável</p>
<p>Abraçar o incompreensível<span id="more-145"></span></p>
<p>Ser vitorioso com as conquistas alheias</p>
<p>Ter um espaço pequeno (mas único) na biografia de muitos</p>
<p>E, assim, apropriar-se de seus júbilos e também de suas dores</p>
<p>É senitr mil borboletas no estômago quando alguém diz: “melhorei”</p>
<p>Perder o sono tentando achar a melhor solução</p>
<p>Aceitar que somos vencíveis e vulnerávies</p>
<p>E mesmo assim, não desistir do caminho</p>
<p>Enlarguecer nossas percepções</p>
<p>Acolher o diferente</p>
<p>Estudar muito e saber pouco</p>
<p>Olhar no olho</p>
<p>Decifrar linguagens</p>
<p>Romper barrerias</p>
<p>Aprender mil e uma artimanhas</p>
<p>Para poder desvendar o que realmente importa</p>
<p>O ser-humano em todo o seu potencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dra Fernanda Seixas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Psiquiatra da Clínica CorpoMente</p>
<p style="text-align: justify;">(61) 33632934</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vida e Morte</title>
		<link>http://corpomente.com.br/vida-e-morte/</link>
		<comments>http://corpomente.com.br/vida-e-morte/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2015 15:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Seixas]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[vida e morte]]></category>

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		<description><![CDATA[Começo, meio e fim. Simplificadamente, este é o roteiro de todas as histórias já contadas. E por que é tão difícil viver e aceitar a impermanência? Existe uma tendência ocidental moderna de buscar avidamente a perpetuação dos fenômenos vitais considerados positivos: juventude, beleza, saúde, sucesso&#8230; E esta postura gera um sentimento aversivo em relação a...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Começo, meio e fim. Simplificadamente, este é o roteiro de todas as histórias já contadas. E por que é tão difícil viver e aceitar a impermanência?<span id="more-138"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Existe uma tendência ocidental moderna de buscar avidamente a perpetuação dos fenômenos vitais considerados positivos: juventude, beleza, saúde, sucesso&#8230; E esta postura gera um sentimento aversivo em relação a tudo que se remete à finitude: doença, envelhecimento, morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Acontece que vida e morte são binômios inseparáveis e interdependentes. Negar o caráter passageiro dos eventos pode ser um dos principais motivos de sofrimento mental dos dias atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja, relacionar-se com a morte não significa sucumbir à tristeza ou ao pessimismo. Aceitar a morte é poder morrer para um relacionamento falido e infeliz, para uma fase da vida que encerrou-se, para um emprego que já não traz novas perspecitvas, para uma ideia que esgotou-se.</p>
<p style="text-align: justify;">E ao aceitarmos a morte, um novo caminho se abre: a possibilidade de renascer, de viver novas experiências, de mudar os paradigmas, de conhecer outras realidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Viver e pensar sobre a morte pode ser bastante terapêutico. Quando nos relacionamos com a finitude da vida, os dias passam ser dádivas e as experiências difíceis já não nos assustam tanto pois sabemos que as coisas vêm e vão, até mesmo aquelas mais sofridas e exaustivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, quando a verdadeira morte chega, já não parece tão assustadora assim. Uma vida inteira de leva e traz suaviza essa ideia do fim. Todo encerramento, gera um novo começo. E assim o Universo flui.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dra Fernanda Seixas</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Psiquiatra da Clínica CorpoMente</p>
<p style="text-align: justify;">(61) 33632934</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nem toda Tristeza é para tratar!</title>
		<link>http://corpomente.com.br/nem-toda-tristeza-e-para-tratar/</link>
		<comments>http://corpomente.com.br/nem-toda-tristeza-e-para-tratar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2015 20:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Seixas]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Se amanhecer E o despertador tocar Não se iluda Você vai sorrir E também chorar&#8230; Acontece que a dor faz parte do caminhar Nem toda tristeza é para tratar Às vezes, é preciso deixar sangrar&#8230; Entenda! A vida não é um pesar Leva e traz Feito o mar. Tudo vai passar&#8230; Se, porventura, estancar Não...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Se amanhecer</p>
<p>E o despertador tocar</p>
<p>Não se iluda</p>
<p>Você vai sorrir</p>
<p>E também chorar&#8230;<span id="more-132"></span></p>
<p>Acontece que a dor faz parte do caminhar</p>
<p>Nem toda tristeza é para tratar</p>
<p>Às vezes, é preciso deixar sangrar&#8230;</p>
<p>Entenda!</p>
<p>A vida não é um pesar</p>
<p>Leva e traz</p>
<p>Feito o mar.</p>
<p>Tudo vai passar&#8230;</p>
<p>Se, porventura, estancar</p>
<p>Não hesite</p>
<p>Há sempre alguém para ajudar!</p>
<p>Deixe o choro vir e te deixar</p>
<p>Só quem no escuro esteve</p>
<p>Sabe reconhecer a beleza do luar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dra Fernanda Seixas</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Psiquiatra da Clínica CorpoMente</p>
<p style="text-align: justify;">(61) 33632934</p>
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